supostamente é a definição de amor(...)
Amor é ter tudo,
e ao mesmo tempo não ter nada.
Escapa-nos por entre os dedos,
como a fúria de uma derrocada.
Pedimos ao mar que o traga de volta,
mas a tempestade já não comanda a fúria do vento.
É frágil como um cachorrinho indefeso,
mas devora-nos como leões assassinos.
É o coração palpitante,
é a ansiedade a gritar dento do peito.
É o arrepiar da pele com cada toque,
cada suspiro quente.
É o contentamento descontente,
que banha as costas do ocidente.
Um sorriso falsificado,
um coração destroçado,
ainda muito magoada,
com uma ferida mal sarada.
As unicas conclusões que consigo tirar,
é que nem me consigo inspirar,
porque no fundo o amor,não passa de uma grande dor,
que permanece lá dentro, no interior.
(...)
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origado mesmo *-*
ResponderEliminare eu gostei deste!
Um sorriso falsificado,
um coração destroçado,
ainda muito magoada,
com uma ferida mal sarada.
sentido! *
obrigado, novamente :$
ResponderEliminare eu já te disse o que achei deste belo poema *-*
vou ao outro blog, sim? ahah
p.s. és de onde?
foi o teu poema de português ?? O.o
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