sexta-feira, 24 de abril de 2009

(...)

supostamente é a definição de amor(...)

Amor é ter tudo,
e ao mesmo tempo não ter nada.
Escapa-nos por entre os dedos,
como a fúria de uma derrocada.

Pedimos ao mar que o traga de volta,
mas a tempestade já não comanda a fúria do vento.
É frágil como um cachorrinho indefeso,
mas devora-nos como leões assassinos.

É o coração palpitante,
é a ansiedade a gritar dento do peito.
É o arrepiar da pele com cada toque,
cada suspiro quente.

É o contentamento descontente,
que banha as costas do ocidente.

Um sorriso falsificado,
um coração destroçado,
ainda muito magoada,
com uma ferida mal sarada.

As unicas conclusões que consigo tirar,
é que nem me consigo inspirar,
porque no fundo o amor,não passa de uma grande dor,
que permanece lá dentro, no interior.

(...)

3 comentários:

  1. origado mesmo *-*

    e eu gostei deste!

    Um sorriso falsificado,
    um coração destroçado,
    ainda muito magoada,
    com uma ferida mal sarada.

    sentido! *

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  2. obrigado, novamente :$
    e eu já te disse o que achei deste belo poema *-*
    vou ao outro blog, sim? ahah

    p.s. és de onde?

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  3. foi o teu poema de português ?? O.o

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